Publicidade

segunda-feira, 7 de julho de 2014 Pitaco | 10:46

“SuperStar”: treino é treino, jogo é jogo

Compartilhe: Twitter
Fê Lima, André Marques e Fê Paes Leme. Crédito: Divulgação/Globo

Fê Lima, André Marques e Fê Paes Leme. Crédito: Divulgação/Globo

Fácil fazer um reality musical? Né, não, rapaz… É difícil acertar no centro do alvo de primeira. A ideia pode até ser ótima, mas natural mesmo é quem treina, treina, treina e só depois de algum tempo lança a flecha perfeita no destino certeiro. Música boa é algo que sempre emociona, aquece, une. Já é meio caminho andado. A outra metade é treino. Sobre a primeira temporada de “SuperStar”, que chegou ao fim nesse domingo (6), foi exatamente isso que aconteceu.

Na estreia, uma chuva de críticas sobre a atuação de Fernanda Lima no ao vivo, supostas brigas nos bastidores, jurados se atropelando na hora de falar, regras não tão claras… E segue o treino. O técnico Boninho e seu auxiliar, digo, seu diretor-geral,  Creso Eduardo Macedo, fizeram a bola rolar. Fernanda cavou algumas faltas, mas assim como a câmera ama aquele rostinho bonito, aquele rostinho bonito ama a câmera. Bora para o treino, então.

VEJA FOTOS EXCLUSIVAS NO INSTAGRAM

Algumas semanas depois, a apresentadora já se mostrava mais segura. Aprendeu a incorporar os erros naturais do ao vivo, e não tentar contorná-los. Fica mais orgânico, uma jogada mais limpa, mais gingada. Destaque para André Marques, que nasceu para fazer a coisa, e Fernanda Paes Leme, que estreou no posto de apresentadora e se saiu muito bem. Se o trio continuar na segunda temporada, que já está com inscrições abertas, será positivo. Eu só daria mais espaço para Paes Leme – um “upgrade”, como ela brinca.

Já que falamos de segunda temporada, detalhes que podem (e devem) melhorar: se realmente o reality passar para as terças-feiras, a tão temida  audiência pode subir. É tudo tentativa. O time ainda não está 100%, falta um meio de campo mais fechadinho para evitar tantas falhas no ar. Sobre o trio de jurados, falta dar sentido ao termo “padrinhos”. Ivete Sangalo, Fábio Jr. e Dinho Ouro Preto tiveram apenas direito ao voto (7% em cada apresentação) e davam conselhos cá e lá. Se for assim, vale mais trocar o trio a cada semana para tornar a coisa colorida. Padrinho que é padrinho acompanha, ensaia, ajuda no repertório.

SIGA O VEM, GENTE! NO TWITTER

Sugestão da moça aqui: e que tal fazer semanas temáticas? Uma semana é só com música autoral, outra só cover, a outra o público escolhe a música pelo site do programa, a outra sei lá mais o quê… Ah, e sobre as regras, seria bem bacana se deixassem mais claro o funcionamento da coisa, sem mudanças no meio do negócio. No mais, pode chegar na grade, “The Voice Brasil”. “SuperStar”, nos vemos em 2015. E não esqueça: treino é treino, jogo é jogo. Bora jogar!

Vem ver isso aqui também, menina…:

Chá com Paty: nosso mundo por uma nova novela

Prepara! Marina Ruy Barbosa e sua Maria Ísis estão chegando

De olho em Chay Suede, o José Alfredo jovem de “Império”

Autor: Tags: , , , , , ,

1 comentário | Comentar

  1. 51 André 07/07/2014 13:40

    Troca padrinhos a cada semana vira Faustão, semana temática não dá porque a criatividade fica aprisionada, não dá pra criar algo novo aprisionado dentro de um rótulo. A qualidade das bandas foi excelente. No meu entendimento só o termo ‘padrinhos’ é que está do contexto. Se é padrinho tem que conversar, orientar indicar um caminho e deixar a criatividade dos músicos falar mais alto dentro do propósito ao qual a banda está apoiada que só os integrantes estão identificados com ele.

  1. ver todos os comentários

Os comentários do texto estão encerrados.