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sábado, 23 de agosto de 2014 De Olho | 08:00

De olho: Elea Mercurio, a Ludmila de “O Rebu”

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Elea Mercurio. Crédito: Divulgação

Elea Mercurio. Crédito: Divulgação

Em “O Rebu”, qualquer um pode ter culpa no cartório. Até mesmo a mocinha que fica ali de canto na cozinha, só tentando colocar ordem na bagunça pós-festança.

Fomos direto neste alvo: Elea Mercurio, a Ludmila, assistente e namoradinha do chef de cozinha Pierre (Jean Pierre Noher). De grão em grão, a fofa bem que pode ser um elemento chave para a resolução do mistério.

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Por isso, batemos um breve papinho com ela. Nesta última semana, com a descoberta do corpo de Pierre na mansão de Angela Mahler (Patricia Pillar), Ludmila entrou no olho do furacão. Antes de amarrar sua aposta, confira nossa entrevista!

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Ah, antes tem aviso de agenda: depois de “O Rebu”, Elea entrará em cartaz em São Paulo com a peça “Garagem” – que já teve temporada no Rio – e ainda esse ano com o espetáculo “Discórdia”, inspirado no conto “Pomo da Discórdia”, de Máximo Gorki.

VG: O que está achando de interpretar a Ludmila em um trabalho tão especial como “O Rebu”?
Elea Mercurio: É, ao mesmo tempo, um presente e um grande desafio. Um presente porque o personagem é ótimo, a Ludmila seduz, desafia, peita, é cínica, é sincera, se arrepende, se comove… E é um desafio porque eu estou contracenando só com feras, a novela tem alto nível de qualidade e de cuidado na feitura. É muita responsabilidade, dependendo da dificuldade da cena que vou gravar, cancelo os compromissos pra ficar estudando.

VG: Nas próximas cenas, a personagem será muito importante para a resolução dos mistérios da trama. Ela tem um motivo para fugir da polícia? 
Elea Mercurio: É difícil encontrar um personagem nessa trama que não tenha algo a depor contra ele. E a Ludmila não foge à regra. Sem entrar no mérito de bons e maus, os autores são geniais justamente porque escrevem personagens com todas as nuances possíveis, pessoas reais, que agem de acordo com o que lhes convém, favorecendo uns, prejudicando outros. Mas todos recheados de sentimentos. Podemos ver o “bonzinho” agindo friamente, até sendo cruel, e o “malvado” sofrendo ou tendo uma atitude benevolente. Essa é a maior riqueza da história.

VG: Ela controla o Adão com jeitinho e é bastante profissional. Qual o ponto fraco de Ludmila, então?
Elea Mercurio: A Ludmila é muito passional, vive o momento, não leva desaforo pra casa e isso, às vezes, a faz agir sem pensar nas consequências. O que poderá trazer consequências desastrosas para ela e para os que estão a sua volta.

VG: Você tem um nome forte para apontar como assassino de Bruno? Quem acha que pode ter sido?
Elea Mercurio: Essa nem ativando meu lado Sherlock Holmes (risos). Difícil. Quase todo mundo ali tem motivos pra ser o assassino. Eu apostaria na Duda ou na Gilda, as pessoas que têm maior envolvimento emocional com o Bruno. E elas sempre se descontrolam quando estão diante da polícia. Muito suspeitas! Agora, até o último capítulo, novas conexões entre os personagens podem ser reveladas. Talvez a pessoa que matou o Bruno seja alguém que nem passou pelas nossas cabeças.

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